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Angola: desde antes da sua criação pelos portugueses até ao êxodo destes por nossa criação - Edição Especial - Vol. III

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Autor: Carlos Mariano Manuel

Editora: Perfil Criativo - Edições

Ano de publicação: Maio 2021

ISBN: 978-989-53079-0-6

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Disponível para entrega: Abril/Maio de 2021

Livro de Luxo: Envios Registados (custo acrescido)

Número de páginas: 864

Nota do Editor: "Uma grande parábola"

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Leitura Livre: Volume III (48 páginas)

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ÍNDICE
 - VOLUME III

Prefácio III, por Cornélio Caley

CAPÍTULO XIX

O desfavorável contexto internacional pós-Segunda Guerra Mundial à manutenção dos colonialismos

  • Os efeitos da Conferência de Berlim sobre África nas diásporas africanas
    Mobilização crescente no Mundo contra o colonialismo Português
  • Mobilização colectiva das nações e povos Africanos contra o colonialismo em geral e contra o Português em particular
  • Oposição de círculos progressistas portugueses contra o colonialismo praticado pelas autoridades do seu país

CAPÍTULO XX

Organizações associativas de Angola, na sua maioria reivindicativas, e religiosas com doutrina de libertação, que antecederam à eclosão das sublevações e insurreições contra o colonialismo

  • Liga Angolana
  • Grémio Africano
  • Clube Atlético de Luanda
  • Gémio paz e trabalho
  • Sociedade cultural de Angola
  • Liga Nacional Africana
  • Anangola
  • Associação Africana do Sul de Angola
  • As igrejas protestantes foram também um bastião pacífico para a extinção do colonialismo

CAPÍTULO XXI

Os acontecimentos históricos em conjunto designados por “Processo dos 50”

  • Sobre a natureza e designação do “Processo”
  • O aparentemente fortuito incidente que despolotou o célebre “Processo dos 50”
  • A segunda vaga de repressão contra os nacionalistas envolvidos no “Processo”
  • A evocação do heroísmo mobilizador do Rei Muana Malaza ou Nvita Nkanga ou D. António I do Congo, herói-mártir da batalha de Ambuíla, pelo Movimento pela Independência de Angola (MIA)

CAPÍTULO XXII

As jornadas patrióticas que abalaram o colonialismo em Angola ocorridas no primeiro trimestre de 1961

  • Sublevação e insurreição na Baixa de Kassange
  • Juramento obscurantista e sincrético dos insurgidos
  • Acções militares dos nativos e dos Portugueses na Baixa de Kassange
  • Os acontecimentos do dia 4 (e subsequentes) de Fevereiro de 1961 em Luanda
  • Superstição e obscurantismo instrumentalizados para a mobilização dos envolvidos
  • 15 de Março de 1961: a hecatombe do regime colonial
  • Sucessão das acções militares dos insurgidos e realizadas apenas no Uige
  • Apreciação dos acontecimentos em Angola pelo Conselho de Segurança da ONU
  • Segunda reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a situação em Angola

CAPÍTULO XXIII

O nacionalismo Angolano com expressão inicial regional: o caso da UPNA, depois com expressão nacional de UPA e finalmente FNLA

  • Dinâmicas política, diplomática e militar gerais no contexto de luta pela independência
  • As razões da origem multicêntrica e assíncrona das organizações nacionalistas angolanas

CAPÍTULO XXIV

A Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA)

  • Os constrangimentos políticos iniciais da FNLA, baseados na alienação em 1885 da região meridional do fragmentado reino e império Congo a Portugal por via negociada com a Bélgica e a França, a sua consequente agregação à primitiva colónia de Angola e criação do distrito do Congo Português com capital em Cabinda
  • A relação entre a origem do nacionalismo Angolano e a competição entre as confissões religiosas estabelecidas no Norte de Angola
  • Expedição militar Portuguesa para a Damba e submissão da respectiva população nativa
  • O papel da sociedade missionária baptista (com as iniciais em inglês BMS) na ontologia do nacionalismo Angolano no Norte de Angola
  • A relevância da missão dos protestantes baptistas na ontologia do nacionalismo no Norte de Angola
  • As atribulações nas sucessões no trono do Congo na primeira metade do século XX e a origem do nacionalismo Angolano no Norte de Angola
  • Antecedentes imediatos à fundação da UPNA
  • A tormentosa entrada do líder da UPA-FNLA na história de Angola
  • A geopolítica da África Central e o etnonacionalismo em contramão às aspirações da UPA
  • A relação entre os motins ocorridos em 1960 no ex-Congo Leopoldville e a eclosão das insurreições em Angola em 1961
  • Ainda a erupção apocalíptica e insurreicional no Norte de Angola
  • Da formação da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) à constituição do Governo Revolucionário de Angola no Exílio (GRAE)
  • O lado obscuro e habitual da política: ambição pelo poder, intrigas e dissensões notáveis no seio da FNLA e GRAE
  • O motim no seio da FNLA ocorrido em Luvaka no ano de 1966
  • Os múltiplos fuzilamentos punitivos de militares rebelados e ocorridos na base militar de Kinkuzu em 1972
  • As profundas e negativas consequências internas registados no seio da FNLA e consequentes aos graves incidentes ocorridos na base militar de Kinkuzu em 1972
  • Ampliação da luta de guerrilha tutelada pela FNLA/GRAE
  • Assistência social dispensada pelo GRAE
  • Outras incidências da actividade diplomática do GRAE
  • Identidade ideológica da FNLA

CAPÍTULO XXV

O nacionalismo angolano congregado no seio do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA)

  • Sobre a génese da designação da organização política
  • A formação no estrangeiro de plataformas políticas aglutinadoras das organizações independentistas dos territórios sob colonização de Portugal
  • A primeira grave e histórica cisão no seio do MPLA
  • A formação da Frente Democrática de Libertação de Angola (FDLA) e consequente autodemissão do primeiro (ou segundo, dependendo da perspectiva objecto ainda de controvérsia) presidente da organização
  • A ofensiva diplomática do MPLA contra a FNLA-GRAE por virtude do reconhecimento deste em 1963 pelo Comité de Libertação de África da OUA (Comité dos 9)
  • O governo triunfante por golpe de estado e liderado por Massamba Debat no Congo Brazaville converteu o país em território seguro para o funcionamento das organizações políticas africanas com orientação política pró-socialista e pró-comunista
  • A relevância do envolvimento de Cuba em África na consolidação da luta anti-colonial em Angola tutelada pelo MPLA
  • O conflito colonial bateu de forma trágica a porta do governador geral em funções em Angola
  • Em Cuba há um adágio popular que diz: el que no tiene de Congo tiene de carabali
  • Primeira visita em 1966 do líder do MPLA, Dr. António Agostinho Neto, e do responsável militar da organização, José Mendes de Carvalho, à República Socialista de Cuba, foi determinante para o relançamento da luta auspiciada pelo MPLA
  • O conflito colonial foi também fratricida e de procuração: a tragédia do desaparecimento físico no Congo Kinshasa de cinco mulheres filiadas no mpla e integradas no esquadrão Camy, que procuravam internalizar-se em Angola
  • A extensão da guerrilha tutelada pelo MPLA à região Leste do País
  • Sobre as manifestações de tribalismo e racismo no seio da organização
  • Contestação tumultuosa dos membros do MPLA integrados nas suas estruturas das I e II regiões contra a liderança superior da organização em 1972
  • O acordo de unidade e cooperação celebrado em 13 de Dezembro de 1972 entre a Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) e o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA)
  • O MPLA dilacerado com duas dissenções e rebeliões internas a partir de 1973: os casos da revolta do leste e a dos militantes em revolta activa
  • O inconclusivo I congresso do MPLA ocorrido em 1974 em Lusaka/Zâmbia

CAPÍTULO XXVI

O nacionalismo Angolano de origem no Centro e Sul do País: Desde o associativismo religioso e regional à Fundação da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA)

  • A resistência das populações ainda manifesta sob a forma de esforços efémeros de oposição e combate ao colonialismo
  • O surgimento da UNITA e os seus três congressos realizados antes do fim do conflito colonial
  • A obscura fase da organização e insondável desígnio do seu líder
  • O golpe de estado de 25 de Abril de 1974 em Portugal, os seus efeitos em Angola no geral e no seio da UNITA em particular

CAPÍTULO XXVII

A “Santíssima Trindade” de Libertação de Angola: os esforços de cada uma das três organizações armadas e independentistas em consolidar-se de forma hegemónica nas suas regiões de origem e de maior apoio político, com particular ênfase nas zonas urbanas

  • O MPLA adianta-se em Luanda em 1974 com a criação do efémero Comité de Acção Política de Angola (CAPA)
  • A competição pela hegemonia política e militar entre os movimentos de Libertação
  • A entrada da violência para as áreas urbanas e o influxo de forças estrangeiras em angola, antes da proclamação da independência, reflectindo a componente de conflito por procuração no contexto da Guerra Fria mundial
  • O último momento perdido para a promoção de uma independência e uma evolução ulterior harmónicas em Angola, entre os três Movimentos de Libertação
  • A batalha de Quifangondo

CAPÍTULO XXVIII

A protraída e severa distócia da independência de Angola

  • A quase simultânea realização da batalha de Quifangondo ocorrida nos arredores de Luanda, opondo a fnla e o mpla, bem como efectivos das suas respectivas coligações militares estrangeiras, e a proclamação da independência em três cidades de Angola
  • Os líderes dos três Movimentos de Libertação Nacional
  • O êxodo dos Portugueses por criação dos Angolanos
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