ANGOLA, ESTADO NAÇÃO OU ESTADO ETNIA-POLÍTICA?

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Autor: Marcolino Moco

Editora: Marmoco Criações

Ano de publicação:  2016 - Primeira edição

ISBN: 978-989-20-6349-3

Nº de páginas: 232

Capa: Mole sem badanas

Medidas (Alt. x Larg. x Lombada):  240 x 170 x 20 mm

Peso: 0,580 Kg

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«Para alguns, a "ousadia" de colocar o problema do estado e da reformulação da sua estrutura num contexto das relações "inter-étnicas" presentes no espaço geográfico do estado angolano e acentuando o seu carácter "multiétnico" pode apresentar-se como um caminho perigoso e gravemente atentatório contra a "deusa unidade nacional" (pg. 198).
 
«Descansem os guardiões da "deusa". M. Moco não pretende "beliscar" a "unidade nacional" nem fragmentar a unidade política. Muito menos intenta retornar ao ponto de evolução histórica dos povos pré-coloniais no momento em que ela foi interrompida pela intrusão colonial. Para ele, a colonização não foi uma espécie de "congelador social" do passado histórico das sociedades africanas, que o "cristalizou" (mas que, por isso, também o preservou) e que, agora, seria possível resgatá-lo e retomar a marcha da sua evolução no ponto exacto em que ela foi interrompida!
 
«Por muito estranho que pareça, trata-se de assumir o período colonial como parte integrante duma história comum que forçou relacionamentos, criou novos espaços políticos, definiu novas realidades e que, embora por oposição, forjou novas identidades (por aglutinação das pré-existentes) que não podem ser ignoradas.
 
«Não se trata de voltar ao passado, mas de assumir um futuro de modernidade bem assente nas realidades do presente.»
 
Alberto Santos, in Prefácio
 
«De resto, o globalismo mal sabido, a crise mundial económica e financeira governada por centros de poder desconhecidos, ou conhecidos mas sem cobertura legal, levam ocidentais a discutir se o Estado que conhecemos na sua forma atual ainda é o instrumento capaz de governar, com justiça e equidade, todas as culturas que finalmente falam, em liberdade, dos seus valores, ambições, e futuro, pela primeira vez na história da humanidade. Ainda frequentemente incapazes de colocarem o poder da palavra acima da palavra do poder. Um objetivo do presente livro, inscrito na corrente de pensamento que exige "deixem passar o meu povo".»
 
Adriano Moreira, in Preâmbulo

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