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João Armando

Nasci a 25 de Abril de 1964 em Luanda, na “República Popular das Ingombotas”, curiosamente na mesma casa onde vivo até hoje, construída pelos meus avós na década de 60. O jornalismo cruzou-se comigo numa sexta-feira à noite de Setembro de 1985 num bar de Barcarena, localidade da linha de Sintra (Portugal), quando conheci o Paulo Madeira, jornalista que estava a preparar o lançamento de uma revista de música chamada Clip. Na altura fazia um ‘planfleto’ fotocopiado chamado Swing com um grupo de amigos, que foi a porta de entrada para essa conversa.

Na segunda-feira seguinte comecei a trabalhar no grupo Impala, mantendo a formação superior em Gestão Financeira que estava a fazer no ISG.Depois da Clip veio o lançamento da TV Sete Dias, que ainda existe, e a Nova Gente, sempre a fazer textos e fotos para os meus trabalhos. Na hora da decisão, em final de1988, aceitei o convite do Carlos Vargas e fui para o Jornal O Século como editor da Política, ficando para trás uma possível carreira no sector financeiro e os vários cursos que fui fazendo em Formação Bancária. A vida e o coração mostraram-me que o caminho era o jornalismo.

Nos jornais em Portugal passei ainda pelo Tal & Qual, fiz colaborações no Expresso, Semanário Económico, Semanário Desportivo e Record. Entrei no universo das revistas a convite do empresário Fortunato de Almeida para lançar a Homem Magazine. Fui depois director e proprietário de duas revistas económicas, Hipersuper e Grande Consumo, criei com o Comendador Rui Nabeiro a Delta Magazine, e fui durante 18 meses correspondente da revista brasileira Manchete em Portugal.

A rádio entrou na minha vida em 1989 sob pressão do José Carlos Soares, tendo trabalhado no Correio da Manhã Rádio e feito algumas colaborações na TSF. Há mais de 35 anos que tenho sempre mais que uma actividade nesta área do jornalismo.

Já em Angola, entro em 2008 para a LAC – Luanda Antena Comercial, onde fiz vários programas e coberturas especiais, destacando o Taxi Amarelo que esteve 13 anos e 8 meses nas manhãs da estação, o Bom Dia Bom Dia e as Manhãs de Desporto, onde ainda me mantenho. Fiz comentários e o programa Desporto Total na TPA. Passei também pelo grupo MediaNova, estive na revista Vida e no lançamento da Exame Angola. A 3 de Maio de 2019 tornei-me director do jornal Expansão.

Neste caminho recebi vários prémios e distinções, de onde destaco um Prémio Maboque, três prémios Palancas Negras e três Angola Comunica.

São quase 40 anos nesta profissão.

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