Angola Derivas de Políticas Públicas e Arredores (2021-2023)
Com independência analítica e profundo conhecimento da máquina do Estado, M. Neto Costa propõe uma leitura estruturada de um período decisivo da governação angolana, correspondente aos anos de 2021 a 2023, marcados por fortes expectativas de reforma, constrangimentos estruturais persistentes e importantes escolhas políticas.
Autor: M. Neto Costa
Editora: Perfil Criativo - Edições
Ano de publicação: Junho de 2026 - 1ª edição
ISBN: 978-989-9209-40-4
N.º de Páginas: 286
Língua: Português
ÍNDICE
Prefácio de Francisco Galrão Carneiro
Introdução
I. Política Económica Global
1. A Resiliência e a Perspectiva de Decadência do Império Americano
2. A Moeda do Brics – Fim da Hegemonia Americana no Sistema Monetário Internacional no Horizonte
II. Economia Política
3. Combate à Corrupção – Fazem Falta Medidas de Controlo dos Beneficiários Efectivos das Empresas
4. Os Problemas Fundamentais do País e as Propostas Eleitorais dos Partidos e Coligações de Partidos Políticos – A Necessidade de Evolução do Discurso e do Debate de Ideais Além do Populismo
5. Campanhas Eleitorais e os ‘Treinadores de Bancada’
6. A Economia Política de Empresas Ineficientes e Ineficazes na Esfera Pública
7. Porquê recorrer a empresas privadas para garantir a segurança das instalações de instituições públicas?
8. A ‘Arrogância dos Petrodólares’ e as Finanças Públicas Nacionais – Terá Acabado a Nossa ‘Banga’?
9. Isto É Angola?
III. Economia Nacional
10. Angola, 2021: A Sinuosidade do Percurso Para a Almejada Prosperidade
11. Alguns Aspectos do Actual Estado da Economia Nacional Angolana
12. As Autoridades, a Provisão de Serviços Públicos e a Actividade Económica Informal
13. As Partes de Frango e Peru, as Barracas nos Parques Públicos do Kilamba e os Casos de Corrupção em Tribunais Superiores
IV. Políticas Públicas
14. Código do Imposto Predial Vs. Constituição da República de Angola – Uma Questão de Justiça Tributária
15. A Electrificação do País e o Seu Impacto na Atracção de Investimentos – Abordagens na 6.ª Edição do “Café Cipra”
16. Dispersão da População – Um Desafio à Provisão Eficiente e Eficaz dos Serviços Públicos e à Optimização dos Correspondentes Equipamentos
17. “Não Deixar Ninguém Para Trás” – O Caso dos Serviços de Educação e Ensino
18. Um Olhar Sobre o Impacto Sócio-Económico da Organização de Eventos Desportivos Internacionais por Angola
19. Sistema Remuneratório da Função Pública – Um Factor de Desincentivo a Um Melhor Desempenho dos Funcionários e da Administração Pública
20. Pelo Menos a Desconcentração Administrativa e Financeira
21. Melhoria dos Serviços de Saúde? Implemente-Se a Lei!
22. Equidade e Justiça no Âmbito das Políticas Públicas – Uma Abordagem de Inclusão Social
23. Muitos Ficando Para Trás – A Corrupção e o Problema da Prioridade das Despesas Públicas
V. Política Económica e Gestão Macroeconómica
24. Questões Sobre a Política Macroeconómica Para o Estímulo da Actividade Económica
25. Cobranças Injustas às Empresas e às Pessoas Singulares – Os Casos dos Despachantes Oficiais e dos Bancos
26. Caso Para a Intervenção do Estado em Negócio Bancário
27. Pânico: Uma Consequência da Ignorância dos Riscos na Gestão Macroeconómica Nacional
28. Regimes De Preços: Falta Alguma Ordem
VI. Gestão Financeira Pública
29. Planeamento, Orçamentação e Gestão Financeira Pública e Sua Monitorização e Avaliação – A Propósito do “Estado da Nação”
30. Racionalização, Eficácia e Eficiência da Despesa Pública – A Propósito da Proposta do Orçamento Geral do Estado de 2022
31. A Necessidade de Reestruturação do Sistema Público de Apoio Financeiro ao Desenvolvimento de Actividades Económicas
32. Retenção do Petróleo-Lucro do Estado Pela Concessionária Nacional – Uma Omissão Histórica da Autoridade Tributária Por Corrigir
33. ‘Sacos Azuis’ – Uma Fuga Para a Frente ou a Emenda Pior Que o Soneto na Lei do OGE 2022
VII. Política Monetária E Cambial
45. Aspectos da Dinâmica da Inflação em Angola nos Anos Recentes e o Custo da Cesta Básica
46. Ainda Sobre a Receita Petrolífera Extraordinária – A Gestão da Política Cambial
47. BNA – Da “Venda Directa e Dirigida” de Divisas ao Crédito Dirigido ou os ‘Pecados’ do Aviso N.º 10/2022
48. A Condução das Políticas Monetária e Cambial em Face dos Problemas Estruturais da Economia Angolana
VIII. Sector Privado E Investimento
49. Aspectos do Investimento Privado Para a Diversificação da Economia Nacional
50. Entrada Líquida de Capitas e de Investimento Estrangeiro em Angola – Um Nível Negligenciável Para as Necessidades do País.
51. A Insuficiência do Crédito ao Sector Privado Para a Transformação Estrutural da Economia Angolana
52. Fraqueza do Sector Privado Nacional – Um Constrangimento ao Desenvolvimento e à Diversificação da Economia a Vencer
Posfácio
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Para ler:
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