CRÓNICA DA FUNDAÇÃO: HUAMBO | NOVA LISBOA (segunda edição)

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Com IVA

Autor: Xavier de Figueiredo

Editora: Monitorius

Ano de publicação: Março de 2014 - Segunda edição

ISBN: 978-989-98398-3-0

Nº de páginas: 178

Capa: Mole sem badanas

Medidas (Alt. x Larg. x Lombada):  233 x 155 x 10 mm

Peso:  0,330 Kg

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"Crónica da Fundação – Huambo/Nova Lisboa” é um livro de carácter eminentemente histórico. De história baseada em documentação e em bibliografia; narrada em observância a critérios de rigor e objectividade. O tema em que o livro se inspira é o da fundação, em 1912, da cidade do Huambo – nome substituído em 1928 por Nova Lisboa, mas recuperado depois da independência de Angola.

A fundação do Huambo ocorreu em condições sem paralelo na história do antigo Império Português. Era forçoso criar e dar vida a um aglomerado populacional naquele sítio do Planalto Central. A Conferência de Berlim tornara caducos os chamados direitos históricos, por vezes consubstanciados numa simples ruína ou na tradição oral, como meio para justificar a posse de territórios coloniais em África. Passara a ser preciso promover a ocupação civil e militar dos territórios reclamados, assim como fomentar o seu desenvolvimento. A fundação do Huambo, como expoente da vontade da antiga Metrópole de colonizar o hinterland de um território ao longo de séculos se confinara à faixa litorânea, visou dar vazão à necessidades de expandir o controlo territorial para o interior e delimitar as suas fronteiras internacionais. As dezenas de povoados e vilas que ao longo do novo Caminho de Ferro de Benguela estavam também a despontar, reforçariam o novo quadro. A passagem de um modelo de colonização baseado no trato e nas feitorias começava a dar lugar a um outro, agrícola e de povoamento. Enquanto facto histórico de grande importância política no seu tempo, a fundação do Huambo também foi influenciada ou teve implicações nos planos da região, partilhada com nações muito mais poderosas, da política internacional e da Metrópole. No contexto da região o momento era marcado por disputas territoriais (com ingleses e alemães) que se projectavam no Planalto Central, no Huambo ou mesmo em toda a vastidão da colónia. A Grande Guerra estava a aproximar-se e era óbvio que não deixaria de se repercutir na realidade interna da colónia em termos a que também não foi estranha a fundação da cidade. E na Metrópole acabava de implantar-se um regime republicano impelido por novos ardores em relação à conservação do Ultramar, através de novas políticas – como a que levou à fundação do Huambo. “Crónica da Fundação – Huambo/Nova Lisboa”, interliga os vários contextos em que se desenvolveu o processo da fundação do Huambo, conferindo ao mesmo uma visão de conjunto baseada em grande soma de elementos inéditos, até agora dispersos.

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